
30.7.09
E Cristovan virou escada

28.7.09
Os 10 maiores feitos da idiotia humana

16.7.09
Tom Zé: Ioiô Martins contra a ciência

A Globo News – que deve ser prima rica do jornal DC News do Geraldinho Borges – para comemorar os “ 40 anos do homem na lua”, tem passado alguns vídeos onde personalidades nacionais se manifestam sobre o evento.
A maioria é bobagem, mas tem um que é realmente fantástico. O velho e bom Tom Zé conta, rapidamente, o impacto da coisa na cidade de Irará, onde o povo se reuniu no Senadinho, local de reunião dos velhos da cidade, para debater a ida do homem a lua. Lá, Ioiô Martins, fazendeiro e pessoa da mais alta respeitabilidade, do tipo que assume dívidas com um fio de bigode, garantiu que da sua fazenda da pra ver a lua perfeitamente e que lá não desceu ninguém, não passou ninguém, nem pisou ninguém. Nem russo, nem americano, nem chinês, nada.
O genial Tom Zé levanta, cheio de bom humor, aquela antiga contenda sobre se o homem realmente foi à lua.
Para quem não sabe, rolava na época a tal da guerra fria, a histórica luta entre russos e americanos pelo domínio do mundo.
Alguém bastante sábio resolveu, anos antes, implantar dois sistemas políticos completamente diferentes em duas poderosas e distintas nações e pô-las em disputa. O vencedor determinaria a melhor maneira de exercer o poder no mundo todo.
Do lado russo todos os direitos individuais eram sacrificados em nome dos interesses de uma pequena casta dirigente, que detinha o poder, e do lado americano vários direitos coletivos eram sacrificados em nome de uma pequena casta endinheirada, também detentora do poder..
Com pouco espaço na terra para uma pendenga desse porte, abestados de ambos os lados resolveram gastar zilhões de dólares e rubros para disputar a hegemonia do céu, e essa primeira parte da contenda acabou exatamente com a suposta ida do homem a lua, patrocinada pelos americanos. Os russos foram os primeiros a ir ao espaço, mas oficialmente não passaram disso.
Bom... Resumo da ópera... Tom Zé de uma penada só põe em cheque americanos, NASA, Rússia, China e o escambau.
Eu, particularmente, respeito muito Ioiô Martins e acho que seria legal a gente por isso em debate:
15.7.09
14.7.09
Renúcia coletiva Já !

Chega a ser uma coisa revoltante assistir a cobertura dos acontecimentos no Senado. Eu olho para a TV, leio os jornais, as matérias na internet e me pergunto: a quem eles acham que estão enganando? Quando converso com alguém sobre a repercussão das matérias tenho a resposta. Quase todos. Parece que ninguém se toca que essa história toda do Senado é uma pantomima, uma historinha pra boi dormir.
O Sarna - ey só virou "vítima" agora porque o PMDB extrapolou os limites de concentração do poder, mas, bem antes disso, muitos desses senhores que hoje aparecem na imprensa fazendo discurso indignado lavaram a alma.
Zé Agripino, Arthur Virgílio, Heráclito Fortes (o afundador do Piauí) e cia são alguns dos responsáveis pela desmoralização atual da Câmara alta Brasileira, e digo atual porque antes deles muitos outros malandros fizeram fortuna as nossas custas naquela casa.
Na verdade a única resposta digna à crise que se avoluma dia a dia no Senado é a renúncia coletiva.
Todos, os 81 Senadores deveriam renunciar aos seus mandatos e dar a chance ao povo de refazer a casa à partir dos alicerces.
Alguém pode dizer: pô, mas tem o Cristovam, tem fulano, tem sicrano... E eu respondo. Ninguém chega ao Senado por ser inocente. Aliás, em política ninguém, absolutamente ninguém, é puro, santo e belo. Mesmo o Pedro Simon, que atualmente costuma se apresentar à mídia com uma auréola dourada deveria perder o mandato com dignidade, renunciando. Nem que fosse só pra deixar de ser demagogo.
Se a moda pega a coisa poderia dar frutos e até, quem sabe, contagiar a Câmara. No Rio, por exemplo, a grande maioria dos 46 Deputados Federais não serve para absolutamente nada em termos de políticas públicas. Se tirarmos o Miro e mais um ou outro, o restante esta lá só pra fazer dinheiro e ostentar poder em suas cidades no melhor estilo Justo Veríssimo. Aliás, aquele bigode me lembra alguém... E em Sampa, por exemplo, ou Belô, a coisa deve ser pior ainda.
7.7.09
Professor em sala de aula...

Se nós perguntarmos a qualquer Nerd que honre as calças - ou calcinhas - que veste, o que é um vírus, ele dirá imediatamente que o vírus é um programa de computador executável criado com o objetivo de danificar a máquina e infernizar a vida dos internautas.
Mas o vírus na verdade é muito mais que isso. O vírus é um parasita que causa danos terríveis ao hospedeiro.Em todos os sentidos. Ex-mulher, por exemplo, é um tipo de vírus que continua causando estragos, mesmo depois de excluído do organismo. Ex marido também, mas o dano é menor. Exceto quando o parasita exige pensão alimentícia. Aí é mais grave.
A classificação dos vírus é de uma amplitude inimaginável, pois, em alguns casos, dependendo do estrago causado, o parasita em questão pode ser um verme e não um vírus.
Um Deputado, por exemplo, sendo Estadual está mais para verme, pois age como um parasita comum, se alimentando dos nutrientes disponibilizados pelo hospedeiro.
Os Deputados Federais, no entanto, costumam assumir características híbridas, sendo ora vírus, ora vermes. Apesar de, infelizmente, se reproduzirem.
Quando recebem propinas, desviam grana do orçamento ou usam o poder do mandato para fazer favores a amigos em troca de dinheiro, os Deputados Federais estão sendo apenas vermes, pois sua atuação não altera de forma significativa a estrutura orgânica do hospedeiro.
Mas quando o sujeito muda as leis, inclusive a constituição do País, só para ampliar sua ação danosa contra o erário público, aí sim, ele é um vírus de efeito devastador.
Geralmente, depois de atuar como vírus por alguns mandatos, o deputado tende a sofrer uma mutação genética que potencializa sua capacidade destrutiva, tornando-o um supervírus. A partir desta mutação passa a ser conhecido como Senador.
Nesta fase o supervírus pode assumir vários aspectos distintos, pois ganha da natureza ferramentas especiais para camuflagem. Assim como o camaleão, o supervírus, uma vez adquirido o status de Senador, passa a poder mudar de cor, de partido, de credo, de sexo e pode até mesmo tornar-se Ministro, como forma de dificultar sua localização e identificação. Exatamente por isso o vírus, quando evoluído a este ponto, torna-se letal e quase indestrutível.
Para encerrar nossa aula, é importante que se diga: os leigos costumam atribuir o caráter virótico a vários agentes naturais que nos cercam, principalmente caixas de supermercado, fiscais da Prefeitura, garçons e policiais, civis e militares. Nada disso, porém, é verdade. Principalmente em relação aos nossos amigos garçons e aos policiais de um modo geral.
A doutrina científica não reconhece estes elementos na categoria vírus, basicamente por dois motivos. Em primeiro lugar porque não são profissionais reconhecidos por aceitar numa boa as piadas que fazem sobre eles. Em segundo, porque os cientistas consideram, estatisticamente falando, 525 vezes mais provável encontrar um policial ou um garçom pertinho da gente, ou andando pela rua, do que um Deputado. Considerando a distancia, portanto, que nos permite uma certa margem de segurança, o Deputado que se exploda. É vírus mesmo e pronto.